segunda-feira, fevereiro 09, 2009

goodbye, yellow brick road!

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terça-feira, janeiro 06, 2009

dis.noconnection.

No final, pode ser tudo tão fácil quanto olhar pro lado esquerdo da rua, e saber que é de onde ela vem.
Riscar três fórforos, ou dois, esperar que a chama traga algum reconforto pode soar desesperador, mas no fim não é algo tão humilhante quanto olhar carros, ou táxis, ou esperar que um ônibus inteiro me perceba ali. Um ser que pode parecer rastejante aos olhos crus, um simples alguém acabado na beirada da rua, fumando suas últimas esperanças de ser considerada viva.
Viva?
As letras maiúsculas não significam mais que letras maiúsculas. E já significaram algo a mais, já significaram estar ali, sentindo algo que era realmente... algo. Really something. Mas hoje é o dia em que elas são só letras capitais, letras de começos de frases, que podem estar vazias, mas que estão tentando algo, estão tentando se reerguer pra significar algo pra alguém. Pra mim.
Fácil sim, como ter consciência de que certas coisas lembram pessoas apenas porque lembram. Frases de músicas que lembram o que aconteceu, mas pelo menos algo aconteceu. É fácil porque sentir que algo aconteceu foi sempre o que, na verdade, eu esperei de tudo.
Idéias desconexas, entrar cambaliante da sarjeta com a esperança de que idéias desconexas possam servir de caminho pro brilho, pra sanidade... Pra pureza de desejos. Pra não desejar matar a ninguém, mesmo que este alguém seja eu mesma.
A esperança está em uma pequena garrafa de vodka, alguns cilindros finos de tabaco moído com qualquer merda misturada, um saco de amendoim, as chaves jogadas e a possibilidade de se sentir livre. Mesmo esperando meia hora no guichê.
Que venha a vida, e me tome. Porque estamos todos cansados, afinal, de tomar a vida com amargo e salgado, molhado e quente, de lágrimas que não significam nada ao certo.
NO CONNECTION IS ON TRACK, e é tudo muito diferente agora.

venham salgadas, mas doces, venham e afoguem tudo. venham com a minha permissão de brindarem tudo e apagarem tudo, . De crescerem tudo.
venham minúsculas


there's no connection with what you say.

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domingo, janeiro 27, 2008

So I look in your direction,
But you pay me no attention, do you.
I know you don't listen to me.
'cause you say you see straight through me, don't you.

On and on from the moment I wake,
To the moment I sleep,
I'll be there by your side,
Just you try and stop me,
I'll be waiting in line,
Just to see if you care.

Did you want me to change?
well I change for good.
And I want you to know.
that you'll always get your way,
I wanted to say,

(Chorus)
Don't you Shiver? Shiver, Shiver

I'll always be waiting for you,
So you know how much I need ya,
But you never even see me, do you?

And this is my final chance of getting you.

On and on from the moment I wake....
Did you want me to change?...

Sing it loud and clear.
I'll always be waiting for you. (x3)
Yeah I'll always be waiting for you.

And it's you I see, but you don't see me.
And it's you I hear, so loud and clear.
I sing it loud and clear.
And I'll always be waiting for you,.

So I look in your direction,
But you pay me no attention,
And you know how much I need you,
But you've never even seen me.


coldplay - shiver.


falar as coisas eu mesma poderia acabar tornando tudo sem sentido e pateticamente normal.
que isso não se torne mais constante do que já tem sido nos últimos tempos.
e que as músicas sejam só o que já têm sido. nada além disso.
não por enquanto.

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domingo, janeiro 20, 2008

sem destino.


EASY RIDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEER!!!!!!!!!!! o/



deixa de ser mulher do padre aí, e vê essa paradaaaa!
foda. o/

e olha que eu não gosto de hippie hein. peter fonda fodapacaralho,
lindo pacaralho, estiloso pacaralho, tudo pacaralho! <3

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quinta-feira, janeiro 17, 2008

se alguém ainda não notou,
eu quero juntar todas as músicas do naiti numa garrafa e beber de uma vez só.
todas elas, todos os cds, e todas as músicas que eu sei que tão lá naquele pc.
eu quero todas elas pra mim.
e eis que surge o los hermanos dos meus 20 anos.
normal não fosse conviver com o marcelo camelo dos meus 20 anos.
eu tenho muito medo dele.

como pode?

I am the song, but I am the song she doesn't want to sing.

eu tenho medo.

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quinta-feira, janeiro 10, 2008

eu tenho a impressão de que de um tempo pra cá tudo virou lamentação.
é cíclico sim, do tipo eu ando, ando por aí, acontecem coisas, eu fico um pouco feliz, mas a mesma merda vem sempre me perturbar. não aguento mais ter essa esperancinha tola de que de uma hora pra outra vai tudo ficar maravilhoso e as coisas não vão mais me incomodar.
elas vão sim, eu já sei. elas vão sempre até que um dia deixem de incomodar sem eu sentir. é assim que funciona. então tenho que sossegar e ir me fodendo até que um dia vai parar e eu só vou perceber depois. e pronto, parar de reclamar dessas merdas, porque essas coisas de mulherzinha enchem até a mim. aliás, enchem principalmente a mim, não tenho a menor paciência pra esse muro de lamentações não. e eu ODEIO mulherzinha, porra.

vamos ouvir música aí, galera, que é a melhor coisa que a gente faz. eu então! não sei fazer outra coisa tão bem quanto ouço música. nada dá pra se salvar a não ser meus cachinhos e meu gosto musical. se eu morrer, deixo meu last fm pras gerações futuras, pra que elas parem de ouvir babado novo, charlie brown junior e nxzero, além dessas coisas da galera do artesanato.


vamos fazer uma festa com muita música nessa porra, caralho!


wolfgang parker. (só pra começar. ;])

terça-feira, janeiro 08, 2008

desistir tá no meu dicionário.
e o verbo sefoder também. em letras garrafais.

tive que parar de pensar aquelas merdas pra poder pensar em novas merdas.
dar descarga e encher novamente o penico é necessário, né?


:~